Sobre a Exposição

De onde as coisas vêm? Onde elas nascem? Como elas chegam até nós? De que modo esses processos são feitos? Quais são as origens daquilo com que nos relacionamos?

A exposição Processos apresenta trabalhos de artistas que se relacionam com os procedimentos e origem das coisas, sua transformação, cada um com sua forma autêntica, independente da linguagem poética escolhida. Mergulham no inacabado – abandonado, rascunhos, ideias, projetos e ações humanas.

Na presente mostra encontramos desde o programado até o inesperado. O processo vindo de algo estruturado e a estruturação de uma obra a partir do processo. O amadurecimento, as marcas, o sujeito, a identidade. Uma fragilidade, uma indefinição de onde viriam as experimentações e a força da interação entre artista e matéria, durante um lapso criativo.

Os processos podem ser imaginados como produtos de dois elementos-base, um abstrato e outro que permeia entre o concreto e o subjetivo. Ambos a matriz de uma constante produção. Trata-se, respectivamente, do tempo e do eu. Permitir enxergar o sujeito como um corpo em constante lapidação e ressignificação, assim como compreender o tempo como grandeza subjetiva presente, como matéria prima fundamental do infindo processo de construção.




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